A Amazônia Lusitânia

Um território, dois continentes

A existência de dezenas de cidades homônimas entre o Pará e Portugal não é licença poética. É geografia, é história — e é um ativo de governança e mercado.

História

Quatro séculos de germinação

O território paraense foi formado por ocupações militares e missões religiosas portuguesas. Os nomes ficaram — e com eles, o vínculo.

Em 1616, a construção do Forte do Presépio na foz do Amazonas fundou Belém — batizada à imagem da Belém lusitana. Nos séculos seguintes, Santarém, Bragança, Óbidos, Faro, Aveiro e dezenas de outras receberam os nomes das terras de origem de quem as ergueu.

O resultado é único no mundo: um corredor de cidades espelhadas entre a maior floresta tropical do planeta, no Brasil Brasil, e a nação que iniciou a era das navegações, Portugal Portugal. O INAL existe para transformar esse espelhamento em cooperação concreta — administração municipal, urbanização, cultura, turismo, educação, juventude, esporte, meio ambiente e assistência social.

1616
fundação de Belém
35
cidades homônimas oficiais
5
pilares de geminação

O método da geminação

Cinco pilares, uma rede

Cooperação · Intercâmbio de informação · Cultura · Intercâmbio educacional · Ações concretas. Cada pilar aproxima um par de cidades — visitas mútuas, missões empresariais e mobilidade estudantil incluídas.

Inventário de ativos

As 35 cidades espelhadas

O inventário oficial do Instituto, de Alcobaça a Viseu. Cada cartão é um nó da rede — e uma porta de entrada para cooperação cultural, turística e comercial.

Alcobaça

Alcobaça, Portugal
AlcobaçaBernardo de Oliveira Nunes · CC BY-SA 2.5

Alenquer

Alenquer, Portugal
AlenquerWikimedia Commons · CC BY 2.0

Almeirim

Almeirim, Portugal
AlmeirimAdriao · Public domain

Alter do Chão

Alter do Chão, Portugal
Alter do ChãoSacavem1 · CC BY-SA 3.0

Aveiro

Aveiro, Portugal
AveiroJohn Samuel · CC BY-SA 4.0

Baião

Baião, Portugal
BaiãoNelso Silva · CC BY-SA 2.0

Barcarena

Sede do INAL no Brasil.

Barcarena, Portugal
BarcarenaWikimedia Commons · CC BY-SA 2.5

Barcelos

Barcelos, Portugal
BarcelosKrzysztof Golik · CC BY-SA 4.0

Beja

Beja, Portugal
BejaVitor Oliveira · CC BY-SA 2.0

Belém

Fundada em 1616 a partir do Forte do Presépio — batizada à imagem da Belém lusitana.

Belém, Portugal
BelémAlvesgaspar · CC BY-SA 3.0

Borba

Borba, Portugal
BorbaAlvesgaspar · CC BY-SA 4.0

Bragança

Bragança, Portugal
BragançaRui Pires · CC BY-SA 4.0

Cantanhede

Cantanhede, Portugal
CantanhedeVitor Oliveira · CC BY-SA 2.0

Caxias

Caxias, Portugal
CaxiasGualdimG · CC BY-SA 4.0

Colares

Colares, Portugal
ColaresValugi · CC BY-SA 3.0

Chaves

Chaves, Portugal
ChavesJoão Carvalho · CC BY-SA 3.0

Faro

Faro, Portugal
FaroHusond · CC BY-SA 3.0

Guimarães

A homônima portuguesa é o berço de Portugal.

Guimarães, Portugal
GuimarãesJohn Samuel · CC BY-SA 4.0

Melgaço

Melgaço, Portugal
MelgaçoKrzysztof Golik · CC BY-SA 4.0

Monte Alegre

Monte Alegre, Portugal
Monte AlegreJoseolgon · CC BY-SA 4.0

Nazaré

Nazaré, Portugal
NazaréAlvesgaspar · CC BY-SA 3.0

Óbidos

Óbidos, Portugal
ÓbidosDiego Delso · CC BY-SA 4.0

Odivelas

Odivelas, Portugal
OdivelasGualdimG · CC BY-SA 4.0

Oeiras

Oeiras, Portugal
OeirasGualdimG · CC BY-SA 4.0

Ourém

Ourém, Portugal
OurémPortuguese eyes · CC BY 2.0

Portel

Portel, Portugal
PortelCarlos Vieira Romão · CC BY-SA 4.0

Porto de Moz

Porto de Moz, Portugal
Porto de MozCelia Ascenso · CC BY-SA 3.0

Salvaterra

Salvaterra, Portugal
SalvaterraAlvesgaspar · CC BY-SA 4.0

Santarém

A catedral portuguesa antecede em meio século a matriz paraense de 1761.

Santarém, Portugal
SantarémAlvesgaspar · CC BY-SA 4.0

Silves

Silves, Portugal
SilvesBextrel · CC BY 4.0

Soure

Soure, Portugal
Soure69joehawkins · CC BY-SA 4.0

Sousel

Sousel, Portugal
SouselVitor Oliveira · CC BY-SA 2.0

Viana do Castelo

Viana do Castelo, Portugal
Viana do CasteloKrzysztof Golik · CC BY-SA 4.0

Vila do Conde

Vila do Conde, Portugal
Vila do CondeJoseolgon · CC BY-SA 4.0

Viseu

Viseu, Portugal
ViseuFJavier GómezL · CC BY-SA 4.0

As fotos das homônimas portuguesas giram sozinhas — passe o mouse ou toque num cartão para virá-lo.